Mude sua vida

Reequilibrando emoções, pensamentos e comportamento.
O controle deve estar com você.

Sobre mim

Oi, tudo bem?

Meu nome éCarlos Mion

EU QUERO AJUDAR VOCÊ A SUPERAR OS SEUS MEDOS

Ao longo dos meus últimos 14 anos, percorri os caminhos da filosofia, história, sociologia, ciência jurídica, psicanálise e da neurociência. Com o passar do tempo, dada a experiência adquirida, decide usar esse conhecimento para ajudar pessoas e de alguma forma fazer um mundo melhor. Comecei então a dar palestras, cursos e a orientar pessoas a viverem uma vida melhor e equilibrada de acordo com as reais necessidades, sem que para isso criasse fórmulas mágicas ou doutrinas da felicidade. Tenho grande experiência clínica e é justamente dos atendimentos que retiro os maiores aprendizados.

Não acredito que livros de autoajuda irão solucionar todos os problemas da sua vida. É por isso que me coloco à disposição para ajudar você de forma pratica, objetiva e realista a se conhecer melhor, entender com mais facilidade o seu próprio comportamento e como ele influencia e é influenciado pelo comportamento social. Sua vida pode começar a mudar no momento em que você tiver um equilíbrio mais eficaz das suas emoções e dos "defeitos" do seu ego.

O que tem incomodado você?

Emoções e pensamentos

Pensamentos acelerads e disfuncionais podem desencadear desequilíbrio emocional

Comportamento

A forma como você se expresa traz reflexos para a sua vida

Relacionamento amoroso

Carência excessiva e vício em relacionamentos problemáticos destroem sua autoestima

Ansiedade

Excesso de ansiedade desequilibra a fisiologia do seu organismo e pode fazer estragos permanentes

Depressão

Um dos transtornos psicológicos mais incapacitantes. A depressão pode acabar com a sua qualidade de vida

Estresse

Tudo parece incomodar você? Sua cabeça não aguenta mais nada e você parece estar a beira de um colapso de nervos

O que pode ser melhorado?

Autoestima

Aprenda a se aceitar

Estar satisfeito consigo mesmo

Através de uma autoanálise orientada, você voltará a se enxergar de uma forma realista, otimista, direcionada para o presente.

Ansiedade

Aprenda a ter mais controle

O excesso de ansiedade precisa ser contido e controlado

Chega de fórmulas mágicas que prometem o impossível. Aprenda e entenda como a ansiedade age no SEU organismo.

Sedução e conquista

Revolucione seus relacionamentos

Relacionamento deve ser saudável e produtivo

Saber se relacionar com as pessoas é algo extremamete importante, isso todo mundo já sabe, mas aperfeiçoar a forma como você realiza suas interações sociais é mais importante ainda.

Foco

Existencialismo + Mindfulness

Só há foco no momento presente

Só há foco no presente. E isso se dá pelos simples motivo de só existir o presente. Quanto mais rápido você aprender a lidar com o passado e o futuro de forma eficaz, mais produtiva será a sua vida

Motivação

O combustível está dentro de você

O combustível que você precisa está dentro de você

Precisamos de motivação para tudo. É possível entender a lógica da motivação e, sem charlatanismo, aprender como encontrá-la nos mais variados momentos da vida.

A terapia




O efeito da terapia é consequência de um tratamento particular, o qual deve ser benéfico. Busca-se trabalhar o que tem incomodado sua vida, utilizando uma abordagem existencialista juntamente com a psicanálise, TCC, Gestalt Terapia, EMDR, e várias outras das ferramentas provenientes do estudo da neurociência. A terapia está centrada, principalmente, no retorno da homeostase emocional, diminuição da ansiedade e adequação do comportamento.

Você só pode ser compreendido mediante sua história individual e seu contexto social e cultural. Desta forma, o foco é restaurar o contato consigo mesmo, a sua particularidade, cuja responsabilidade e liberdade devem se fazer presentes para que você possa ter maior controle sobre sua própria vida. Cada caso é um caso, e a duração da terapia varia de pessoa para pessoa, uma vez que o resultado esperado é diferente para cada indivíduo.


Formas de Consulta

Estou aqui para ajudar na sua mudança
Online


É a forma de consulta mais realizada. Preferencialmente é utilizado o Skype para as transmissões, mas existe a possibilidade de utilizarmos outros aplicativos. Tanto o Skype quanto a maioria dos aplicativos de transmissão online podem ser instalados em computadores, tablets e smartphones. A sessão acontece por meio de áudio e vídeo ou, em alguns casos, podendo ser somente por áudio. É seguido o mesmo padrão da sessão pessoal, a única diferença é que é realizada virtualmente. É uma ótima opção para quem mora em cidades com pouco ou nenhum atendimento, para pessoas que possuem tempo livre para consultar somente após o horário comercial, ou para pessoas que se sentem melhor com o atendimento online.


Pessoal


Consulta realizada pessoalmente (depende da região em que eu estiver no momento. Por favor, entre em contato para saber mais). O local pode ser escolhido pelo consultado, desde que seja tranquilo e possível dialogar.

Valor do investimento

Para obter mais informações entre em contato pelo e-mail: cmion.terapia@gmail.com

Plano com desconto para 4 sessões com pagamento à vista O pagamento pode ser realizado por depósito, transferência bancária ou por meio do Pagseguro ou Paypal

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Textos para leitura

O exército de zumbis desapegados







PARECE QUE O JOGO MUDOU, NÃO É MESMO?

Tenho percebido atualmente mais pessoas com dificuldade de se APEGAR do que pessoas conseguindo se DESAPEGAR. Já escrevi muito sobre isso, dei palestra, falei e falei, mas a modinha do desapego veio com tudo e pegou (por ironia do destino, haha)! O que temos hoje? Um exército de gente que NÃO consegue mais permanecer em relacionamento, pessoas que não conseguem se apegar e muito menos superar pequenas dificuldades em seus relacionamentos.

Em suma, temos muita gente dizendo que a vida está uma maravilha com tanta liberdade, mas quando vai deitar a cabeça no travesseiro chora e lamenta por não conseguir permanecer em nada. Seja emprego, faculdade e claro, relacionamento amoroso. É como se fosse uma comunidade de zumbis sedentos por cérebros fresquinhos. Toda hora que um zumbi passa do lado de algum potencial alvo, ele sai murmurando: hmmmm céeeeerebro... céeeeerebro...

A fome é infinita e a capacidade de realização é bem limitada. Se viver assim por alguns meses já é ruim, imagine sendo zumbi que só come aquele Miojo que em 3 minutos está pronto (quem lê meus textos sabe do que eu estou falando) durante anos? Ninguém aguenta!

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Antes de querer se desapegar de algo, faça MUITOS exercícios de autoconhecimento. Não existe fórmula mágica. Não é apenas com uma dezenas de livros de autoajuda que você vai conseguir se sentir livre e de bem consigo mesmo. Se você se apegou à ideia do desapego, deveria ao menos entender como tudo isso funciona no seu cérebro. Desapegar não é o mesmo que fugir de apego. E por fim, NINGUÉM consegue viver sem apegos. Trabalhe apenas o excesso de carga emotiva delineada pela sua libido e seus pensamentos. Pense nisso!

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Eu sou silêncio por fora e gritaria por dentro



Eu sou silêncio por fora e gritaria por dentro. Minha mente não para. Meus pensamentos estão sempre acelerados e, vez ou outra, escapolem nas minhas expressões mais impulsivas. Eu acabo fazendo tudo aquilo pelo qual vou me culpar depois. Eu me seguro para não demonstrar ser quem eu sou de verdade, e quem eu sou parece não entender que nunca me entenderiam. Em meio a tanta insegurança começo a me questionar: quem compreenderá a minha insegurança diária, a minha autoestima flutuante e a minha inquietude de pensamentos que não me deixa dormir sem antes racionalizar sobre tudo e todos?


A sensação de desamparo em mim é constante. Parece fazer parte da minha vida desde sempre. Acho que sempre fui carente. Sempre precisei de algo mais. Um olhar atencioso, uma palavra confortável, algum amparo em momentos que considero especiais. A necessidade de atenção nunca sai da minha cabeça, e isso às vezes me faz sentir que a loucura também está em mim. Eu resisto ao máximo para não demonstrar, mas sempre que sinto medo de perder o que eu tanto preciso, se é que realmente preciso, a crise existencial surge com tudo e dilacera de dentro pra fora. Por dentro estou gritando.

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Tem dia que gosto de mim, outros tantos, me odeio. Essa flutuação do meu próprio julgamento parece não ter fim. Mesmo nos poucos dias em que há satisfação em mim, sofro com o receio de tudo mudar no outro dia. As incertezas não saem de mim, e assim não me contento com o prazer do presente. Minha autoestima avança para o futuro e começa a me culpar por algo que eu ainda nem vivi. Meu futuro me condena e minha cabeça não para de pensar nisso. Estou gritando por dentro.

Quando durmo, se eu durmo, meu sono não chega a ser sono, é repouso sem descanso. Não chego ao relaxamento que preciso pois o corpo está parado, mas a mente não se cansa. Ela não se cala. Ela não descansa. Os pensamentos controlam minhas ações, mesmo quando a ação que preciso é não ter ação. Estar na cama é uma batalha diária. Quem me vê ali, vê um corpo deitado, mas por dentro estou gritando, arrancando os cabelos e revirando o tempo inteiro. As pessoas vêem o meu suposto controle, a postura perfeita, e a calma aparente, mas meu reflexo não engana. Estou gritando por dentro.


Sim, o que as pessoas percebem é o meu silêncio, é o meu “controle”, mas por dentro o caos coordena meus pensamentos. A desordem interna é a regra. O que todo mundo vê é o que sobra de mim depois da batalha para acalmar minha mente. Como eu gostaria de me libertar disso tudo. Como eu gostaria de enxergar no espelho a calmaria e a concentração que tanto desejo, mas você vê meu corpo parado e coordenado, e por dentro eu sou apenas descontrole.

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A mulher que não queria pegar ninguém



Reza a lenda que algum tempo atrás uma certa mulher resolveu que não pegaria mais ninguém. Era nova, tinha lá os seus 25 anos e algumas poucas experiências para contar. Ninguém sabe ao certo quando ela tomou a decisão de não pegar mais ninguém, mas o que se fala é que foi em uma manhã de domingo pós-sábado apocalíptico.

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As amigas mais próximas foram as primeiras a estranhar. Ao fazerem o convite semanal parar curtir a night em alguma balada da cidade, receberam como resposta um:

 _ Não to afim! Não quero pegar ninguém.

Não resignadas com a situação, insistiram no convite, mas agora com uma estética mais agradável:

_ Amiga, vamos pra dançar apenas. Disseram elas.

_ Não, vou ficar em casa mesmo. Respondeu tranquilamente.

Tudo parecia muito estranho e continuou assim até mesmo quando o ex-namorado dela, sem ter o que fazer e quem pegar, resolveu entrar em contato pelo Whatsapp.

_ Oi, tudo bem? Tá de bobeira? Vem assistir um filme aqui em casa. Disse ele esperançoso.

_ Não, não quero ficar com ninguém. Respondeu rapidamente.

Que loucura! Ninguém entendia mais nada. Seria depressão? Alguma doença do coração? O que poderia estar passando na cabeça de uma mulher jovem como ela para querer viver assim? Sem pegação. Será que ela iria sobreviver? Na época em que tudo isso aconteceu muitos achavam que ela não duraria muito tempo. Um suicídio ou uma viagem sem volta para os montes tibetanos era o que estava nas mesas de apostas.


O tempo passou e nunca mais se ouviu falar dessa mulher. Uns dizem que morreu de solidão, outros, que por não ter mais quem pegar, foi parar em algum hospício pois ninguém conseguiria aguentar tanto tempo assim sem pegar alguém. Por fim, alguns poucos acreditam que ela esteja bem. Trabalhando, saudável, em paz consigo mesma e com muitos planos de vida. Pode ser que esteja em casa agora, ou no trabalho, mas o certo é que provavelmente esteja terminando de ler esse texto e concluindo que liberdade é ter vontade própria para fazer o que se quer, e não tudo o que dizem que é bom fazer.

Deve estar feliz.

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Não quero mais migalhas de atenção




Construí minha vida em cima da ideia de que faltava muita coisa em mim para que eu fosse algum dia feliz. Faltava, e como eu não sabia o que era, comecei a acreditar que era o que as outras pessoas recebiam ou tinham, e eu não.

Carinho, afeto, companheirismo, amizades, aceitação, atenção. Reconhecimento. Nada disso eu tinha, e cada vez que eu via alguém recebendo, meu vazio aumentava. Parece que comigo tudo sempre dava errado. Principalmente nos relacionamentos. Eu precisava encontrar alguém para finalmente fornecer o que faltava em mim. Idealizei um mundo em que eu receberia tudo o que eu queria. Receberia de alguém...

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Em meio a essa busca incessante, me apaixonei por alguém que me prometeu as estrelas, mas tão logo percebeu que eu estava disposta a fazer tudo por ele (eu não sabia fingir), começou a retribuir toda a minha devoção com míseras migalhas. Migalhas de atenção. 

Embora eu achasse que merecia mais, o medo de perder o pouco que eu recebia me aprisionava em um ciclo destrutivo e humilhante. Na minha cabeça era melhor eu ter pouco do que nada. Minha autoestima me autorizava a dar tudo o que eu podia dar para receber em troca... migalhas de atenção.

Corri atrás, tentei agradar de todas as formas possíveis, dava carinho, atenção. Estava presente sempre que necessário. Se precisasse de mim, eu logo aparecia para ajudar. Minha compreensão era absurda. Eu aceitava os comportamentos mais inaceitáveis. E embora eu soubesse o papel ridículo que eu estava fazendo, eu parecia não ter qualquer controle sobre meus atos. Meu sobrenome era impulsividade. Tudo isso para receber migalhas de atenção.






Se você se viu de alguma forma descrito neste texto, sugiro que reflita (urgentemente) sobre a seguinte ideia:

Se você acredita cegamente que falta algo em você, e que esse “preenchimento” só pode vir de outra pessoa, então fatalmente você viverá para satisfazer a carência que você mesmo insiste em criar. Fatalmente sua cabeça será ocupada por pensamentos possessivos e impulsivos que destroem sua autoestima e que nunca ajudam a trazer aquilo que você tanto quer: controle. Para que você se aprisione a alguém através da paixão, não é necessário que você receba de fato aquilo que acredita faltar. A simples expectativa de que você receberá o que tanto quer já é suficiente para colocá você em um ciclo de adoração. Surge em você a crença de que um dia, se você se esforçar muito, vai finalmente receber o que tanto merece e quer da outra pessoa. Acredite, o que você tanto procura está dentro de você. E estou aqui para provar isso.

Repense sua vida, repense suas carências.

Se você não quer mais viver de migalhas e sente que é hora de mudar, entre em contato, e junto comigo vamos começar a viver bem e melhor!

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Bonita, bem de vida, independente e encalhada


Este texto é direcionado a mulheres que QUEREM ter um relacionamento mas acabam se comportando de uma forma que dificulta tudo. Isso não quer dizer que ao agirem diferente o mundo vai ficar mais bonito, homens serão mais honestos e farão tudo certo, e nem que um príncipe aparecerá na sua frente. É fácil de perceber que ao se relacionar com QUALQUER ser humano, você precisa aprender a lidar com a situação, seja em uma entrevista de emprego, seja em uma cerimônia, seja em uma reunião familiar, seja em um relacionamento. Este texto é direcionado INCLUSIVE a mulheres homossexuais. 


"Eu era tudo o que muitas objetivavam ser. Tinha boa aparência, que aliada aos meus cuidados diários, me transformava em uma mulher bem atraente. Estudei muito, me formei, pós-graduei, consegui um bom emprego e uma certa independência financeira. Tinha carro e casa própria para morar. Comprava as roupas e sapatos que tinha vontade. Viajava sempre nas férias. Fazia academia e aulas de Muay Thay. Tinha muitas amizades e sempre comparecia a eventos e encontros com amigos. De um certo ponto de vista eu tinha tudo o que muitas gostariam de ter, e cansava de ouvir das outras pessoas: você não precisa de mais nada para ser feliz, e eu pensava comigo mesma: eu preciso. Quero um relacionamento. Eu sentia falta de ter algo sério a que eu pudesse confiar e me entregar. Mas a pergunta que não queria se calar, na verdade, essa pergunta gritava diariamente aos meus ouvidos: por que eu não consigo permanecer em um bom relacionamento mesmo tendo sucesso nas outras áreas de minha vida?"

O relato real acima é apenas mais um dos milhares de casos de mulheres bem realizadas em várias áreas da vida, mas que no quesito amoroso são um desastre. Na prática, muitas acabam se adaptando ao modismo do desapego e vivendo anos saboreando e experimentando prazeres que na verdade nem gostariam tanto assim de ter. O que quero dizer é que em muitos dos casos essas mulheres gostariam mesmo de ter um relacionamento sério e duradouro com alguém maduro e responsável, mas acabam entrando em um ciclo de relacionamentos Miojo que trazem prazeres efêmeros e que a médio prazo destroem a autoestima de qualquer um.


Indo diretamente a reposta da pergunta acima, ao que tudo indica, o fato de você ter sucesso no trabalho, na vida financeira, nas festinhas sociais, e etc., não implica a você que saiba se relacionar amorosamente com alguém. São coisas distintas que infelizmente não aprendemos na escola e que a maioria dos cursos que se propõe a ensinar, acaba por utilizar uma visão poética ou machista para ensinar uma mulher a conquistar alguém.

Muitas pessoas se preocupam exclusivamente com a ideia de que uma mulher independente e bonita assusta os homens, e muito embora eu possa dizer que essa é uma condição real, ela não é a única razão para insucessos amorosos. É fato que boa parte dos homens inseguros e também os que porventura se alimentam diariamente do machismo, foge de mulheres autônomas e seguras demais, mas mais importante do que isso, está a incapacidade dessas mulheres, independentes e realizadas em várias áreas, saberem se relacionar.

Sendo assim, descrevo abaixo as principais razões que podem estar dificultando o seu rendimento em relacionamentos, INDEPENDENTEMENTE do comportamento da outra pessoa a qual você está interessada:

1 – Pula etapas na sedução (extremamente importante);

2 – Acredita que o parceiro ideal também tenha que ter o mesmo nível financeiro que você;
3 – É objetiva e metódica demais;
4 -  É crítica demais (consigo mesma e com as outras pessoas);
5 – Valoriza, excessivamente, o trabalho;
6 – Parece desesperada para resolver a vida amorosa: quer casar e ter filhos tão logo encontre alguém, por exemplo;
7 – Quer ser independente demais ao ponto de causar afastamento das outras pessoas;
8 – Aceita e dá liberdade demais nos relacionamentos (sim, tem que haver limites);
9 – Tem imagem de bonitona, difícil, fria, mas quando se envolve com alguém, acaba deixando claro que é carente, tem baixa autoestima e que apenas mantinha uma imagem falsa (isso pode fazer alguém “banana” achar que é o cara, e o efeito disso geralmente é um pé na sua bunda depois de conseguir sexo);
10 – Não entende que em um relacionamento deve haver concessões de ambos os lados;
11 – Espera que um parceiro amoroso traga a paz e paciência que você não tem no dia a dia;
12 – Acostumou-se a relacionamentos curtos que estejam calcados no prazer sexual;
13 – Dá valor demais à opinião de amigos e parentes sobre como viver a vida;
14 – Acha que todos os homens são iguais simplesmente por você já ter tido experiências ruins com alguém.

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Qualquer dos motivos acima pode estar afetando sua vida amorosa, mas se você tiver marcado mais de 3, então aconselho a refletir sobre a seguinte pergunta: continuar fazendo o que eu sempre fiz vai mudar alguma coisa nos meus relacionamentos ou será melhor eu aprender/reaprender como me relacionar?

Sugiro que você passe um tempo consigo mesma, se conhecendo melhor e entendendo como e porque as pessoas se relacionam, descobrindo seus reais desejos e curando possíveis defeitos do ego. Esse é o passo inicial.

Algumas informações básicas iniciais para algumas pessoas que acabam interpretando algo simples de forma bem equivocada:

1) Encalhada é diferente de solteira, e não importa se é mulher ou homem. Não interessa. Significa apenas que você quer muito uma coisa, mas acaba sempre parando no meio do caminho. É bem simples;

2) Esse texto não fala de culpa. Independentemente do seu comportamento, o outro (seja lá quem for) sempre agirá conforme suas próprias convicções. A melhor forma de você ter qualidade na vida é enxergando primeiro suas próprias ações. Em vez de se culpar, aja! Em vez de criar guerrinha homem X mulher, oriente sua vida para o que faz bem para você;

3) Sem vitimismo, isso só atrasa a sua vida.

Se esse texto chamou a sua atenção, sugiro que leia os outros artigos do meu site, e se quiser, me adicione nas redes sociais

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Relacionamento Miojo X Amor broxante




Não confunda a sua incapacidade em manter e criar um relacionamento prolongado e prazeroso com a ideia de que o “amor romântico” é brochante. Pode ser, pode não ser. Depende muito da personalidade de cada um. Não é porque você não consegue criar um “clima duradouro” em uma relação amorosa que o mundo terá que condená-la para sempre. Está na hora de “desfacebookializar” sua mente.

No momento social em que vivemos, o que parece imperar é a velocidade. Piadas rápidas, comidas rápidas, dinheiro rápido, sucesso rápido, textos curtos na internet para se ler rapidamente, relacionamentos rápidos. Criou-se o costume de inventar rotinas aceleradas para esconder a sua incapacidade embaixo do tapete. Para que ler um livro se eu posso ler um status de 3 linhas nas redes sociais? Para que caminhar até a lanchonete se eu posso pedir o lanche pelo delivery? Para que visitar um amigo ou parente se eu posso mandar uma mensagem pelo Whatsapp? Para quer criar um laço amoroso com alguém se eu posso pular de galho em galho sem ter responsabilidade com os sentimentos de alguém? 

O medo do fracasso, a fuga de responsabilidades e a cultura do “quanto mais melhor” são as respostas. Não estou dizendo que esse estilo de vida acelerado não seja bom para algumas poucas pessoas. O que eu quero deixar claro é que este não é um padrão de qualidade de vida universal. Não é a fórmula para resolver seus problemas sentimentais.

Mas qual será o motivo dessa ânsia por velocidade? Será que todos estão com a vida tão ocupada assim? Sem tempo para conversar, sem tempo para criar laços, sem tempo para viver com calma?  Zygmunt Bauman, um sociólogo polonês o qual admiro muito, tem uma opinião muito contundente a respeito do comportamento social da atualidade: “VIVEMOS TEMPOS LÍQUIDOS. NADA É PARA DURAR”. 

Para Bauman, com a torpe ideia de afastar a solidão, as pessoas vivem ligadas a celulares, tablets, notebooks. A maior parte do contato é feito por intermédio das redes sociais virtuais, e o contato físico fica resumido ao ato sexual, que na maioria das vezes, é aquém do esperado. Mal feito. Quanto menos contato físico, maior a torpeza em lidar com seres humanos. E qual é o ponto mais forte dessas redes sociais virtuais? A ausência de comprometimento. Adicionar e excluir são coisas tão rápidas e banais que ao menor sinal de desagrado, você é excluído da “vida virtual” de alguém. Não gostou, exclua!


Mas o que isso tudo tem a ver com o amor romântico e o relacionamento Miojo? Eu explico. Essas interações precoces e efêmeras estão tomando conta da vida real. Principalmente em relação aos que já nasceram com a cara enfiada em um computador. As relações estão se tornando meros laços momentâneos, tão frágeis quanto a curtida que você recebe por ter mudado o status de relacionamento. Tão volúvel quanto os comentários falsos dos amigos dizendo: que casal lindo!

Estão vendendo um prazer rápido e que se diz libertador. Os 15 minutos de fama para que você sinta-se bem por um tempinho. É o tempo para você beijar, dar uns “amassos”, mudar o status do Facebook, gravar um vídeo fazendo sexo, mandar o vídeo para os amigos, e se lixar para o que vai acontecer depois. Ser irresponsável virou modinha.

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É o produto do momento, o Relacionamento Miojo. O que importa nessa modalidade de relacionamento é não se sentir só e nem o último da fila.  A solução para isso é ser rápido. Ninguém quer ficar uma semana ou um mês sozinho e triste, não é verdade? Ninguém quer ficar um final de semana sentindo-se a pessoa mais abandonada do mundo, sem amigos. Ninguém quer sentir medo, dor, fracasso, solidão. Qual a solução? Relacionamentos Miojo. Compre o seu!

Mas como funciona o relacionamento Miojo? É simples: 3 minutos e está pronto.  Não tem erro: Olhou! Gostou! Levou! Filmou! Gozou (às vezes)!

O que importa é viver o momento, e aproveitar o máximo possível esses instantes de sobrevivência. Rápido! Rápido!

Mas qual o problema nisso? E se esse for o meu estilo? E se eu gostar?

O problema não é dizer se isso é certo ou errado, bom ou ruim. O problema é querer impor esse tipo de comportamento como algo superior ao amor romântico (aquele da conquista. Não confunda com dramas e chorumelas). O relacionamento Miojo é mais simples, mais fácil de conseguir e consequentemente vai fazer você se sentir bem por um tempo muito curto, até que você precise fazer tudo de novo. É um ciclo, quase um vício de autossabotagem. Você não domina o que faz e esconde o medo de se prender a alguém e ser infeliz, atrás da contínua procura por aceitação. Não gostou? Exclua!

Para ter mais controle sobre sua própria felicidade e não depender da volatilidade para ter paz de espírito, evite a polarização de ideias e compreenda que a interpretação que cada pessoa faz na busca do prazer é EXTREMAMENTE INDIVIDUAL. Você pode ser diferente sim. Não é feio ou errado gostar de 50 tons de cinza ou de Uma linda mulher. O sexo, por exemplo, não deve ser feito na selvageria, na safadeza. Não existe um padrão. Sexo deve ser feito da forma que melhor der prazer para você e o seu parceiro. Se você gosta de sexo selvagem e realmente sente prazer com a prática, ótimo! Desfrute disso. Mas não queira impor esse tipo de comportamento como o melhor para todos. 

Amor romântico não brocha, o que brocha é a sua incapacidade de sentir e dar prazer. A velocidade, quando se torna costume, é a demonstração cabal de que o sentimento de prazer deu lugar à vontade desesperada de se sentir bem e especial. Egoisticamente especial. Já gozei, você não?

Abraço a todos e até a próxima.

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Você é uma pessoa sensível ou reativa?





Ela senta de frente para mim como quem precisasse de atenção, apoia os cotovelos sobre os joelhos, entrelaça os dedos das mãos e com os polegares segura seu queixo, sustentando o peso da sua cabeça que, naquele exato momento, parecia pesar muito. Suspira. Olhando de baixo pra cima se esforça um pouco diz:

_ Eu não aguento mais, as palavras dele me machucam muito. São lâminas afiadas que cortam meu coração todos os dias.

Olha para o chão e inevitavelmente chora. Ela precisa chorar. Depois de um tempo continua:

_ Sou muito sensível, e por mais que ele diga que me ama, às vezes não dá para aguentar as coisas que ele me fala.

Que coisas? Pergunto eu.

Ela suspira. Olha de esguelha para a janela enquanto pensa na pergunta que fiz. Depois de certo tempo, responde:

_ Eu me irrito quando ele me julga sem saber.

Eu pergunto como ele costuma julgá-la.

Quase que instantaneamente, desta vez gesticulando muito com as mãos e braços, ela diz:

_Ele fala que sou egoísta e orgulhosa, é o que mais me irrita. Isso é mentira! Como me irrita! E tudo isso me machuca muito pois as palavras cortam como faca, não aceito que ele me julgue assim o tempo todo. Por ser sensível demais fico mal o dia todo! Perco o meu dia!


Frequentemente vejo pessoas “perderem a cabeça” ao se sentirem atacadas com “julgamentos” alheios. O que eu chamo de ataque verbal, direto ou indireto. No diálogo real acima, coloquei em negrito algumas palavras chave.



É imprescindível que você perceba uma diferença substancial. Sensibilidade é por demais diferente de reatividade. A grande maioria das pessoas que se diz sensível é na verdade reativa, e reage ao ponto de sequer aceitar que pode estar errada quanto isso: a diferença de significados.

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Pessoas reativas geralmente pensam estar sendo julgadas, condenadas, injustiçadas a todo instante, e reagem de imediato a esses possíveis “julgamentos”. Esta reação, dependendo do grau e tipo de expressão, pode causar grandes prejuízos para a pessoa reativa. Além de afetar psicologicamente, através da culpa, ressentimento, aumento de ansiedade e por aí vai, é quase certa a influencia na vida social do indivíduo. Ninguém gosta de uma pessoa agressiva, descontrola e que sempre quebra o clima agradável do ambiente, não é mesmo? É como se estivessem preparados para um ataque iminente, e assim, a qualquer sinal de crítica (um possível ataque) reagem “defendendo seu ego” a todo custo. Nem sempre uma crítica é um ataque, não é verdade?

A pessoa sensível, por sua vez, diante de uma agressão verbal, crítica ou coisa parecida, sente, interpreta, analisa se aquilo é bom ou não, certo ou não, conforme seus próprios parâmetros, e ao final, decide qual a melhor forma de dar o feedback (a resposta), ficando em silêncio ou reagindo da forma menos danosa possível, evitando assim criar um fator estressor para si mesmo.

É claro que a reação do ser humano, seja ele mais propenso a ser reativo ou sensível, depende muito de como as emoções o afetam. A reatividade é altamente influenciada por um descontrole emocional. A sensibilidade é justamente seu contrapeso. É o controle da impulsividade em expressar as próprias emoções. Não é repressão, é saber expressar o que sente da forma mais adequada possível. Quanto menos danos emocionais tivermos melhor, não é?

A pessoa do diálogo acima é muito reativa, e justifica erroneamente sua irritabilidade dizendo ser sensível. A velha ideia de que pessoa sensível é aquela que chora com facilidade, que se irrita toda hora. É justamente o contrário!


A reatividade pode destruir a sua vida. Com o tempo, esse comportamento sendo recorrente, cria-se um hábito que se interliga as reações instintivas da parte mais primitiva do seu cérebro. O que acontece então são reações emocionais descompensadas ao menor estímulo. Seu comportamento passa a ser indesejado pelas outras pessoas e até por você mesmo. Surge então um ciclo onde o mundo parece conspirar contra você. Tudo dá errado. Tudo incomoda você. Tudo afeta suas emoções e a justificativa para seu descontrole parece sempre vir de algo externo a você mesmo.



A dica inicial é, responsabilize-se pelo que sente e comece a refletir sobre o porquê de se incomodar tanto com certos comportamentos. É possível que haja uma disfunção na forma como organiza seus pensamentos. É a sua interpretação, feita ao longo de vários anos, que impulsiona a sua reatividade.

Para finalizar, é importante ressaltar que ataques verbais ou físicos podem vir a qualquer momento e de qualquer pessoa. O fato de ser uma pessoa sensível ou reativa não altera a agressão recebida, apenas pode evitar maior sofrimento e possíveis traumas por parte de quem interpretou todo o ocorrido.

Você é uma pessoa reativa ou sensível? Conhecem alguém assim?

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De repente ele ficou frio e se afastou




E de repente ele ficou frio e se afastou. Uma pergunta muito comum que recebo diariamente é: Ele era muito bom comigo, me tratava bem, elogiava, vivia mandando mensagens, fazia de tudo para ficar comigo, mas então, foi só começamos a ter relações sexuais ou eu me entregar para ele que ele aparentemente perdeu o interesse. Sumiu do whatsapp, não curte mais minhas fotos, só fala comigo quando eu vou atrás, ficou frio e se afastou. Eu pergunto porque ele mudou e ele diz que está tudo normal. Por que isso aconteceu comigo?

Se identificou com esse texto? Então continue lendo que vou ajudar você.

Antes de mais nada, quero deixar claro que esse comportamento não é exclusivo dos homens. Embora existam algumas diferenças basilares, mulheres também se comportam de forma semelhante quando a barriga está cheia rápida demais. Além do mais, mulheres possuem a capacidade de “jogar” muito superior a dos homens em geral. Sua condição biológica e social facilita o trabalho de aquecer e esfriar relações, criando paixão instantaneamente na maioria dos casos. 

Mas afinal de contas, por que ele mudou tanto depois que eu comecei a me entregar e ir atrás?

Como em praticamente todo texto que eu escrevo, vou ser simples e objetivo: Ele fez isso porque você deu o que ele queria rápido demais e, também, porque você provavelmente pulou fases da sedução

Ah, mas eu não gosto desse negócio de “joguinho”. 

Bom, se você não gosta então é melhor ir para outro planeta e torcer para encontrar outra espécie que não funcione com a lógica da concessão (falarei disso em um futuro artigo). Seu cérebro e mente funcionam com essa lógica, então não adianta ficar chorando.  


Entenda o seguinte:

A grande maioria das pessoas é carente demais, e irá se relacionar para preencher essas carências (o que é um grande erro). Quando você satisfaz a carência alheia, é possível que essa pessoa simplesmente não veja mais você como a galinha dos ovos de ouro, e comece a pensar que ela não precisa mais de você, pois já está satisfeita. É como se a pessoa só criasse autoconfiança depois que você desse isso a ela. E depois que criasse a autoconfiança, ela achasse que nunca precisou de você na verdade.

Existem pessoas que se alimentam disso. Iniciam relacionamentos para serem bajuladas, satisfeitas, sustentadas, e depois caem fora sendo frias e insensíveis como se nunca tivessem precisado de você. Então você sente injustiça.

Garanto que quando você encontrar uma pessoa com pouca carência, autocontrole, autoconfiança e autoestima equilibrada, ela não se importará em conhecer você para suprir carências, e sim para potencializar satisfações. Você dar ou não no primeiro encontro fará pouca diferença para essa pessoa, pois esse fato não fará com que ela se sinta melhor, apenas mais satisfeita do que já é, e assim, é certo que ela não mudará no outro dia, rejeitando o que conseguiu, pois ela se satisfaz por si só. A não ser que realmente não tenha gostado de algo em você.

A questão é que como eu disse acima, a maioria das pessoas são carentes ou muito carentes, e por isso mesmo você precisa aprender a identificar e se comportar de forma diferente para evitar ciladas amorosas.

Simplificando:

Pessoa carente, pode começar a enxergar a sua satisfação em outras pessoas. Poderá mudar (esfriar, se afastar, ficar insensível a você) assim que for satisfeita rápido demais.

Pessoa muito carente, criará buracos enormes de carência e quase nunca conseguiram se sentir satisfeita e, por isso, terão a tendência de se humilhar, direta ou indiretamente, para conseguir afeto, carinho, atenção, dinheiro, etc....

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Quero que a partir de agora sempre que você for pensar em conhecer alguém para se relacionar procure evitar 4 coisas: 

  1. Ter muita ansiedade para satisfazer carências afetivas e, assim, apressar demais as coisas, agradando excessivamente antes da hora;
  2. Dar moral demais sem antes saber se a outra pessoa não está passando por um momento de carência traumática;
  3. Achar que porque você gostou da outra pessoa ela irá automaticamente gostar de você e agradar do jeito que você espera;
  4. Permitir o ato sexual achando que com isso o cara vai gostar mais de você, ou permitir o ato sexual cedo demais fazendo com que um cara mediano (segundo o seu ideal de homem) acredite ser “o cara”.

Se identificou com esse artigo? Quer trabalhar suas carências, entender melhor a mente humana, diminuir sua ansiedade e evoluir socialmente? Não perca tempo e me procure para iniciarmos uma terapia que vai mudar a sua vida!

Abraço e até a próxima

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Como escolher a mulher certa para se relacionar em 10 passos




Assim como algumas redações do ENEM, a qualidade dos relacionamentos hoje em dia não é das melhores. Entre mudanças de status de relacionamento miojo e juras de amor pré-fabricadas, surge então uma grande dúvida para o homem moderno: como escolher a mulher certa para se relacionar? Seus problemas acabaram nobre cara pálida! Ensinarei passo a passo como fazer essa escolha tão difícil.





PASSO 1
A primeira coisa que se deve fazer é saber se realmente você quer se relacionar com alguém para complementar a sua vida ou se apenas sente que precisa fazer isso para não ficar só. Há uma grande diferença.

PASSO 2
Aprenda a ter amor próprio.

PASSO 3
Faça algo mais do que existir.

PASSO 4
Estude ou tenha uma profissão.

PASSO 5
Seja alguém na vida. Busque conhecer a si mesmo e ter alguma utilidade para o mundo.

PASSO 6
Você tem 95% de chance de NÃO ser um cafajeste. E se não tiver nascido assim, nunca será. Não gaste dinheiro para aprender o que você nunca poderá fazer em essência. Aprender a se relacionar sim, fazer papel de bobo sustentando uma imagem que não condiz com seus desejos reais não. Tá feio isso já

PASSO 7
Aprenda a não criar expectativas. Não é porque você é educado e tenta agradar de todas as formas que alguém tem a OBRIGAÇÃO de retribuir isso a você.

PASSO 8
Às vezes você é o cara mais chato do mundo, mas acha que está abalando. Baixe a bola. Volte para o PASSO 5, depois continue.

PASSO 9
A mulher que você escolherá para se relacionar não será sua. Ela será dela, assim como você deveria ser seu.

PASSO 10
Tendo realizado todos os passos anteriores corretamente, agora chegamos ao ponto mais importante. Escolher a mulher certa para se relacionar requer um autoconhecimento muito grande pois o que é certo para você pode não ser o certo para mim. Não é errado criar um perfil ideal de quem você quer ter ao seu lado. O grande equívoco está em achar que existe um perfil ideal PADRÃO desenhado nas estrelas. A mulher certa para você se relacionar é aquela que no momento certo complementa a sua vontade. E o que seria essa vontade? A resposta é uma outra pergunta: o que é relacionamento para você? Não existe uma fórmula para isso. As possibilidades são as mais diversas possíveis, e é justamente por isso que antes de querer se relacionar com alguém, você precisa aprender a se relacionar consigo mesmo. Não é a bíblia, não é a moral e os bons costumes, não é a sua mãe, muito menos a cantora Pitty que definirá a mulher ideal para ter um relacionamento sério e duradouro. A previsibilidade não é algo exclusivo das mulheres, eu ousaria dizer que é mais percebida ainda nos homens. Sendo assim, dificilmente você terá êxito seguindo listinhas criadas por moralistas puritanos. A sociedade evolui e se transforma. Seu comportamento e a sua percepção social devem fazer o mesmo. Escolha por afinidade. Escolha por gostar, por fazer bem, e o mais importante: PERMITA que outros homens gostem e aceitem um perfil diferente do seu. Sua moral é tão subjetiva quanto a forma como você escova os dentes. Por onde você começa? Quais movimentos executa? Que creme dental utiliza? Quantas vezes por dia você escova? O que quero dizer é que sua visão de certo e errado não garante em nada o sucesso de um relacionamento. Ela apenas influencia a sua relação, seja ela de qual tipo for. Você é apenas metade disso tudo.  Escolha a outra metade e aventure-se pelos caminhos do mundo feminino até quando durar. E que dure enquanto for bom para ambos.

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Grande abraço.

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Carlos Mion
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